Ppp regime de funcionamento

Mais adiante art. Nesse sentido, a gesto democrtica da educao requer mais do que simples mudanas nas estruturas organizacionais; reclama uma nova maneira de fazer escola, que se saiba em permanente construo coletiva de reflexo, organizao, administrao e execuo de projetos educacionais, embora vivendo limites de realidades prisionais.

Ela precisa estar para alm dos padres vigentes comumente desenvolvidos pelas organizaes burocrticas. E alcanar os objetivos e as finalidades que justificam a existncia da escola. As diretrizes curriculares devem ser implementadas de acordo com as polticas das quais preconizam sua organizao e oferta. As bases que do sustentao ao projeto nacional de educao responsabilizam o poder pblico, a famlia, a sociedade e a escola pela garantia a todos os educandos de um ensino ministrado de acordo com os princpios de: I - igualdade de condies para o acesso, incluso, permanncia e sucesso na escola; II - liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber; III - pluralismo de ideias e de concepes pedaggicas; IV - respeito liberdade e aos direitos; V - coexistncia de instituies pblicas e privadas de ensino; VI - gratuidade do ensino pblico em estabelecimentos oficiais; VII - valorizao do profissional da educao escolar; VIII - gesto democrtica do ensino pblico, na forma da legislao e das normas dos respectivos sistemas de ensino; IX - garantia de padro de qualidade; X - valorizao da experincia extra escolar; XI - vinculao entre a educao escolar, o trabalho e as prticas sociais.

Conforme Art. Na Educao Bsica, necessrio considerar as dimenses do educar e do cuidar, em sua inseparabilidade, buscando recuperar, para a funo social desse nvel da educao, a sua centralidade, que o educando, pessoa em formao na sua essncia humana. Concebe-se por sociedade uma organizao mais justa, livre, pacfica, participativa e solidria.

Uma sociedade que tenha conscincia dos aspectos polticos, moral, educacional e cultural. Portanto, concebemos por sociedade, um espao que tenha por princpio o cumprimento dos direitos humanos, que seja garantido o desenvolvimento do ser humano na sua totalidade, sendo respeitado nas suas diferenas, quaisquer que forem. A educao tem papel fundamental na construo de uma sociedade mais justa, que consiste em formar cidados conscientes, conhecedores da sua realidade e capazes de nela interferir sendo sujeitos da histria Segundo Paulo Freire: O mundo no.

O mundo est sendo. Como subjetividade curiosa, inteligente, interferidora na objetividade com que dialeticamente me relaciono, meu papel no mundo no s de quem constata o que ocorre, mas tambm de quem intervm como sujeito de ocorrncias. O educador e a educadora crticos no podem pensar que, a partir do curso que coordenam ou do seminrio que lideram, podem transformar o pas. Mas podem demonstrar que possvel mudar. E isso refora nele ou nela a importncia da sua tarefa. A Escola Estadual "Nova Chance" tem como princpio a igualdade de tratamento, propem garantir por meio de sua prxis pedaggica o respeito s diversidades.

Sonhamos com uma escola pblica capaz, que se v construindo aos poucos num espao de criatividade. Uma escola democrtica em que se pratique uma pedagogia da pergunta, em que se ensine e aprenda com seriedade, mas que a seriedade jamais vire sisudez. As modificaes surgidas na sociedade moderna impem escola mudanas nas abordagens poltica, econmica, social e cultural, exigindo novo compromisso tico com a comunidade e com o conhecimento. Assim, a escola passa a redefinir sua proposta de trabalho, seu papel social, assegurando o acesso aos estudos e a permanncia dos alunos na escola, proporcionandolhes aprendizagens contnuas tanto em conceitos como em atitudes e aes.

A escola deve ser espao social responsvel pela apropriao do saber universal, bem como a socializao desse saber elaborado s camadas populares.

A luta pela democratizao, pela escola de qualidade, por uma educao pblica gratuita e universal, continua sendo a palavra de ordem numa perspectiva progressista de educao, fundamentados numa concepo histrica-crtica.

Precisamos ter clareza que Gesto Democrtica uma. Isso parece tanto mais necessrio quanto mais considerarmos nossa sociedade, com tradio de autoritarismo, de poder altamente concentrado e de excluso da divergncia nas discusses e decises PARO,P. Uma escola democrtica deve ter na sua organizao rgos atuantes como o Conselho Deliberativo da Comunidade Escolar. Concebemos por escola o espao de formao da conscincia poltica do aluno para atuar e transformar a realidade, problematizando as relaes sociais do ser humano com a natureza e com os outros homens e mulheres, visando a transformao social.

Dessa forma, acreditamos que papel da escola promover a interao entre os saberes populares e os cientficos permeados pela vivncia e experincia escolar, ressignificando-os e dotando-os de sentido, possibilitando a aquisio do conhecimento por meio de aprendizagens significativas.

Mais que escrever e ler que a asa da ave, os alfabetizandos devem ser incentivados a concluir pela a necessidade de. No se concebe mais uma escola alheia s questes sociais, modernidade e tecnologia. A escola deve repensar sua funo social e histrica. A escola deve desenvolver postura transdisciplinar na organizao do trabalho escolar, que seja capaz de dialogar dialeticamente sobre as questes do contexto social da sua comunidade, nas fronteiras e suscetibilidades das realidades penitencirias, buscando a superao da fragmentao do trabalho pedaggico, e que se valorize a prtica social do aluno, trabalhando com as diferenas, construindo assim um espao democrtico.

A educao, segundo a Constituio Federal, um direito de todos e dever do Estado e da famlia, diante disso o poder pblico investido de autoridade para promov-la a todos e a cada um e garantir sua gratuidade. Educar libertar o ser humano da condio de mero receptor, para sujeito que busca no conhecimento a compreenso da realidade em que esteja inserido, passando a reconhecer o seu papel na Histria e onde a questo da identidade cultural, tanto em sua dimenso individual como na coletiva ganham importncia essencial para compreender-se a si mesmo a aos outros entendendo que a aquisio da cultura da humanidade um direito que lhe deva ser assegurado quanto sua promoo e acesso.

Dessa forma, possvel compreender a educao como um exerccio de construo de conhecimentos, de cidados com capacidade para elaborar novas compreenses de mundo, de ser humano, de direitos e deveres pessoais e sociais, do mundo do trabalho, de mecanismos que concorrem para a organizao da sociedade, dentre outros. Desta forma, cria, descontroi, recria seu mundo com caractersticas humanas, e produz cultura.

Cultura tudo o que os seres humanos produzem, constroem ao longo da histria, desde as questes mais simples s questes mais complexas, manifestadas por meio da arte, religio, costumes, valores, etc. Sua explicao do mundo de que faz parte a compreenso de sua prpria presena no mundo. CIDADANIA: Concebemos cidadania por aes coletivas que busquem favorecer a aquisio do conhecimento pelo povo, para que de posse do conhecimento cientfico e de informaes sobre seus direitos e deveres, os homens tenham a conscincia modificada de modo que possam fazer valer seus direitos.

Construir a cidadania, buscando formar um cidado autnomo capaz de refletir sobre sua realidade e nela interferir, o nosso grande desafio.

Paulo Freire estabelece a relao entre libertao e humanizao: A libertao autntica, que a humanizao em processo, no uma coisa que se deposita nos homens. No uma palavra a mais, oca, mitificante. No interior da escola, uma das formas de trabalharmos a cidadania por meio de uma gesto democrtica, pois entendemos que so nos momentos de discusso e deciso coletiva, que se expressa a democracia, e como consequncia a garantia dos direitos e deveres da comunidade escolar. Ningum educa ningum, ningum educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo.

Freire,p. O ensino, ento, ganhou autonomia em relao aprendizagem, criou seus prprios mtodos e o processo de aprendizagem ficou relegado o segundo plano. Os fracassos decorrentes da aprendizagem e das pesquisas que buscam como o sujeito conhece as teorias que provocam reflexo sobre os aspectos que. Para Marchiorato, Pode-se definir Ensino como sendo o processo reflexo ao sobre a realidade possibilitando apropriao, socializao e produo do saber.

A aprendizagem instrumentalizao poltica, fazendo do conhecimento um componente do processo de cidadania unindo o educando com a realidade social.

Nesse sentido as aprendizagens que os alunos realizam na escola sero significativas na medida em que eles consigam estabelecer relaes entre os contedos escolares e os conhecimentos previamente construdos, que atendam s expectativas, intenes e propsito de aprendizagem desses mesmos alunos.

Conhecer o processo de aprendizagem como propriedade do sujeito implica valorizar o papel determinante da interao com o meio social e, particularmente, com a escola. Situaes escolares de ensino e aprendizagem so situaes comunicativas nas quais os alunos e professores co-participam, ambos com uma influncia decisiva para o xito do processo.

Freire menciona sobre o ensino: Saber ensinar no transferir conhecimento, mas criar possibilidades para sua prpria produo ou a sua construo.

Conclui que para um bom ensino no bastam novos conhecimentos. Ao serem considerados, provocam mudanas significativas no dilogo entre ensino e aprendizagem e repercutem de maneira positiva no ambiente escolar, pois os envolvidos passam a atribuir sentido ao que fazem e ao que aprendem.

Assim, os conflitos em torno do currculo escrito proporcionam uma prova visvel, pblica e autntica da luta que envolve as aspiraes e objetivos da escolarizao. Entretanto, como se tem observado, o conflito em torno do currculo escrito tem, ao mesmo tempo, um significado simblico e um significado prtico, quando publicamente indica quais aspiraes e intenes devidamente inseridas nos critrios do currculo escrito servem para avaliao e anlise pblica de uma escolarizao.

Neste sentido, portanto so publicamente estabelecidas normas bsicas que avaliam a prtica ou com ela se relacionam. A elaborao de recursos financeiros e outros ficam vinculados a normas bsicas sobre critrios de currculo. O estabelecimento de normas e critrios tm significado, mesmo quando a prtica procura contradizer ou transcender esta definio pr-ativa.

Com isso, ficamos vinculados a formas prvias de reproduo mesmo quando nos tornarmos criadores de formas. Como definio pr-ativa de currculo e realizao interativa de currculo, desenvolve-se um conceito dual de currculo que aprofunda o nosso modo de entender a distino. Ela descreve a noo dominante de currculo como uma estrutura de conhecimento socialmente apresentado, externo ao conhecedor, a ser por ele dominado.

O currculo uma possibilidade que o discente tem como pessoa existente, sobretudo interessada em dar sentido ao mundo em que de fato vive. Existem muitos conceitos de interdisciplinaridade de difcil compreenso, porm o mais simples aquele que coloca um objeto de estudo no centro e todas as disciplinas para explic-lo, cada uma dentro das suas particularidades.

Ppp regime de funcionamento

A compreenso do objeto seria ampla e dentro da totalidade, ou seja, o objeto seria visto de forma global, onde o todo privilegiado e composto pelas partes. Existe um caminho muito longo a ser percorrido pela escola, no que se refere ao trabalho interdisciplinar, mas a escola deve deixar o currculo aberto para que esta prtica possa ser construda.

A organizao curricular feita por reas de conhecimentosendo que cada rea composta por disciplinas. O que a escola deve procurar fazer buscar o trabalho com temas comuns amarrados no planejamento conjunto, que viabilizariam a construo de projetos, que facilitam o trabalho.

O currculo da escola ser voltado para a formao da cidadania democrtica e deve contemplar contedos e estratgias de aprendizagem em que o ser humano possa realizar uma atividade essencialmente humana.

O aluno precisa ter domnio dos prprios instrumentos do conhecimento e, essencialmente, o que fazer com ele. O aluno precisa conceber o conhecimento como condio necessria para viver dignamente e desenvolver possibilidades pessoais, profissionais e tambm a sua importncia no ato de comunicar.

Aprender a conhecer aprender a aprender e garante a educao permanente, necessria para o crescimento contnuo e integral do ser humano. Ns vivemos mal em grupo e isso fato. A educao deve ser voltada para a construo do ser humano solidrio, capaz de viver bem em grupo, atravs do desejo de ver o outro como semelhante e realizar com ele uma relao de empatia.

A pessoa precisa ser antes de ter. Por meio da conscincia da situao de excluso e da situao social, o aluno deve e pode perceber a soberania do ser sobre a dimenso do ter. A Lei de Diretrizes e Bases atribui escola decidir sobre sua proposta pedaggica. Vale lembrar que a escola no pode controlar todos os fatores que interagem na formao do aluno e que no se trata de impor determinados contedos e valores, mas de ser coerente com a sua prtica pedaggica assumida, o possibilitar aos alunos uma discusso sobre eles e a construo de critrios para a avaliao do rendimento no processo educacional.

Para que a avaliao escolar tenha funo relevante e significativa na prtica escolar imprescindvel entend-la como instrumento de anlise permanente do processo pedaggico que revela ao professor em que medida os alunos esto ou no se apropriando dos contedos trabalhados.

Desse modo a avaliao ter a trao diagnstica, possibilitando ao professor novas aes e ajustes no planejamento, respeitando os limites e as especificidades dos alunos. Para tanto, necessrio ter pressente que a finalidade da avaliao ajudar os educadores a planejar a continuidade de seu trabalho, ajustando-o ao processo educacional de seus alunos, buscando oferecer-lhes condies de superar obstculos e desenvolver o autoconhecimento, a autonomia e jamais qualific-los.

A avaliao deve ser concebida como um instrumento para ajudar o aluno a aprender e faz parte integrante do trabalho realizado em sala de aula para, a partir dela, o professor rever os procedimentos que vem utilizando e replanejar o seu trabalho. Para o aluno ela permite ver os avanos e as dificuldades, tem a trao permanente de diagnostico e acompanhamento do processo ensino aprendizagem.

O professor assume um papel de pesquisador que investiga quais os problemas enfrentados pelos alunos por qu, estudando com cuidado as. S assim a avaliao um instrumento de aprendizagem quando o professor utiliza as informaes conseguidas para planejar suas intervenes, propondo procedimentos que levem os alunos a atingir novos patamares e conhecimento. Ao avaliar cada produo do aluno, o professor faz uma comparao: compara o que o aluno fez ou faz com o que ele esperava que ele fizesse, soubesse, ousasse A avaliao acontece vinculada s atividades do dia-a-dia da sala de aula, possibilitando a reflexo contnua sobre o processo de aprendizagem.

Porm, so necessrios tambm momentos especficos, previstos em calendrio, para fazer um balano geral do trabalho, uma sntese do desempenho dos alunos e do professor. Aps esse balano, percebe- se que enfrentou dificuldades, mas tambm fez muitas conquistas e isso deve ser registrado como um fator relevante, pois leva o aluno e o professor a perceberem a evoluo e a melhorar sua autoestima.

Devemos salientar que a avaliao deve ser realizada com sensibilidade e inteligncia. No podemos esquecer tambm a funo social da escola que a de resignificar conceitos e ajudar o aluno a adquirir informaes e no a ser um mero acumulador de dados, ajudando-o a desenvolver sua autonomia, enfim, a formar cidados que exeram seus direitos e deveres. A avaliao escolarantes de tudo, um processo que tem como objetivo permitir ao professor e a escola acompanhar o desempenho do aluno.

Ento a avaliao no s orienta o professor no desenvolvimento do ensino, como tambm o aluno em. Sendo assim, o professor e a escola, tem autonomia para utilizar mltiplos instrumentos na avaliao escolar, que vo garantir mais confiana nos resultados.

Os processos e instrumentos utilizados em nossa instituio so bem variados. Os educadores avaliam diariamente, utilizando dos seguintes recursos: exerccios, debates, seminrios, trabalho em grupo, cadernos e aplicao de testes. Mas que ainda precisa ser repensado e avaliado pelos profissionais da educao, pois nosso relatrio bimestral mostra um ndice abaixo daquele esperado por todos ns.

No entanto ainda segundo a professora Clarilze os modelos de avaliao do processo ensino aprendizagem do aluno, que so inmeros, devem ser construdos e adaptados em cada escola. Acredita, no entanto, todos devem apresentar condies de oferecer uma avaliao que seja diagnstica do aluno, dos processos de aprendizagem que o aluno est percorrendo, dos procedimentos e estratgias apresentadas pelo professor, e dos resultados que esto sendo obtidos pelo aluno em sala e na escola.

Seria maravilhoso estarmos falando que nossa escola no tivesse problema em todos esses itens que foram tratados, porm ainda est longe de ser uma escola dos nossos sonhos, pois ainda enfrenta problema interpessoal, pedaggico, de estrutura fsica, de pessoas mais participativas, tendo como um nico objetivo o processo de ensino aprendizagem.

E para que esses problemas sejam resolvidos e tenhamos uma escola dos nossos sonhos, necessria uma gesto democrtica para atingir nossos objetivos, intervindo assim em nossa realidade social, cultural. E quando tudo isso garantido temos uma escola com pluralidade de idias, igualdade de oportunidades educacionais para todos, gratuidade, valorizao e garantia de qualidade.

Mas para isso, temos que melhorar o desempenho dos alunos, organizar currculos flexveis, voltados para atividades multidisciplinares, estimular atividades dos alunos, combinando diferentes estratgias de ensino, e principalmente envolver as comunidades escolares e locais nas decises e nas aes relacionadas garantia do direito a educao.

A Avaliao um processo sistemtico que se realiza em funo dos objetivos propostos durante todo o processo ensino aprendizagem, verificando e acompanhando o comportamento dos alunos nas diferentes etapas do desenvolvimento da aprendizagem de forma integral, tendo em vista uma tomada de deciso sobre a prxima etapa do processo.

O Sistema de Avaliao da Escola Estadual Century rides arizona 2016 Chance visa diagnosticar o nvel de desenvolvimento de aprendizagem dos alunos dos ensinos fundamental e mdio, atravs no s dos contedos apresentados no decorrer do processo ensinoaprendizagem, mas de todo o seu crescimento pessoal, considerando sua participao, responsabilidade e pontualidade s aulas.

A avaliao da aprendizagem tem por objetivo a verificao dos conhecimentos e atividades adquiridas pelo aluno durante os estudos, bem como, a apurao da assiduidade, sob a tica do desenvolvimento qualitativo. A avaliao do processo ensino aprendizagem dever ser diagnstica, formativa e contnua, de forma a garantir o processo de desenvolvimento do aluno e apropriao do conhecimento como referncia da ao educativa:. A avaliao do aproveitamento deve incidir sobre o desempenho do aluno nas diferentes experincias de aprendizagem, levando em conta os objetivos visados.

O disposto neste artigo aplica-se a todos os componentes curriculares, independentemente do tratamento metodolgico e de sua considerao para fins de promoo. Na avaliao do aproveitamento devem ser utilizados no decorrer de cada perodo bimestral, dois ou mais instrumentos elaborados pelo professor. Na elaborao dos instrumentos de avaliao deve ser observada a norma de preponderncia dos aspectos qualitativos de aproveitamento sobre os quantitativos.

As snteses bimestrais dos resultados da avaliao do aproveitamento sero expressas atravs de relatrios semestrais. Entende-se por progresso parcial aquela em que o aluno passa a cursar a srie e ou etapa seguinte, mesmo no tendo sido aprovado em todos os seus componentes curriculares. A matrcula com progresso parcial poder ser admitida a partir da 1 etapa do ensino fundamental e. A escola tem previsto a forma de atendimento aos alunos matriculados com progresso parcial, normatizando os procedimentos em relao aos critrios de avaliao do rendimento escolar em seu Regimento Escolar e Proposta Pedaggica, conforme estabelece a LDB Lei de Diretrizes nacional e Legislao Estadual pertinentes.

A adaptao de estudossob forma de suplementao ser exigida toda vez que novo currculo a ser desenvolvido pelo aluno, no estabelecimento de destino seja diferente do cursado no estabelecimento de origem. Ocorrer suplementao quando o estudo de componentes curriculares da Base Nacional Comum no for realizado pelo aluno, na escola de origem, e no estiver contemplado em pelo menos uma srie que falte para o aluno cursar da escola de destino.

Adaptao de estudos implica obrigatriamente de aluno cursar normalmente o componente curricular especifico com apurao da assiduidade e avaliao do aproveitamento na forma da lei em horrios no coicidentes com os demais estudos. Circulao a movimentao do aluno entre as etapas e modalidades de ensino da Educao Bsica.

O aproveitamento de estudos dos componentes curriculares em que o aluno obteve xito em cursos regulares, supletivos ou exames realizados no pas ou exteriores permitido ao aluno prosseguimento de estudos. A avaliao ser realizada atravs da observao, participao, assiduidade e produo em todos os nveis pelo aluno, como tambm testes, provas, pesquisas, exerccios, tarefas e outros instrumentos de iniciativa do professor desde que trabalhados didaticamente.

A avaliao ser feita durante todas as etapas do perodo letivo, de maneira contnua e cumulativa preponderando os aspectos qualitativos sobre os quantitativos. Compete ao professor realizar as avaliaes de acordo com os objetivos propostos neste Regimento. Muitas escolas ainda mantm o ensino centrado na figura do professor como transmissor de informaes. As atividades sero desenvolvidas por meio de estudos pesquisas bibliogrficasexposies, reflexes, produes e vivncia dos contedos em questo oficinas.

Apresentao de contedos utilizando as diferentes linguagens. H necessidade de mudanas na estruturao e organizao da vida escolar com o objetivo de atribuir significados para a aprendizagem, oferecendo aos alunos condies necessria para que possam se preparar para viver em uma prise de poids antiépileptique em constante transformao, a partir da educao bsica os contedos deve desenvolver o gosto por aprender, a sede e a alegria de conhecer e, portanto, o desejo e as possibilidades de ter acesso, mais tarde, educao ao longo de toda a vida.

Segundo Dewey. Vrios autores da rea da educao destacam a importncia de a escola proporcionar prticas coletivas e promover situaes de cooperao. Para a instituio escolar mon regime rapide soupe da funo de transmisso de conhecimentos, considera-se necessria a utilizao de metodologias que.

A escola necessita adaptar-se hodiernamente. No h dvida de que jovens e adultos precisam tanto de conhecimento quanto de habilidades para ter xito no desempenho de pony rides outer banks atividades ao longo da vida. Acredita-se que a metodologia de projetos seja uma das propostas que poder atender a essas demandas.

A literatura aponta as potencialidades que ela oferece como se pode verificar a seguir. A educao, segundo ele uma constante reconstruo da experincia, de forma a dar-lhe cada vez mais sentido e a habilitar as novas geraes a responder aos desafios da sociedade. Educar, portanto, mais do que reproduzir conhecimentos. Para Dewey, o professor deve apresentar os contedos escolares na forma de questes ou problemas e jamais dar respostas ou solues prontas.

Propunha a educao pela ao; e Kilpatrick. Todas as atividades escolares realizam-se atravs de projetos, sem necessidade de uma organizao especial. Classificou os projetos em quatro grupos: a de produo, no qual se produzia algo; b de consumo, no qual se aprendia a utilizar algo j produzido; c para resolver um problema e d para aperfeioar uma tcnica.

Quatro caractersticas concorriam para um bom projeto didtico: a uma atividade motivada por meio de uma conseqente inteno; b um plano de trabalho, de preferncia manual; c a que implica uma diversidade globalizada de ensino; d Um ambiente natural; Para que esse consiga o objetivo faz-se necessrio que intensifiquemos a nossa atuao junto aos professores envolvidos no processo de Ensino e aprendizagem.

III- Orientar os professores como trabalhar com alunos na produo de texto, visando ampliar os conhecimentos ,partindo da realidade de cada aluno,para melhoria do ensino e aprendizagem. IV- Incentivar pratica da leitura e da escrita com produo de textos. V- Orientar os Professores como usar os recursos audiovisuais, como: data show note book, cartazes, fotografia, vdeo, transparncias, televiso etc O programa de ensino proposto vincula-se adoo de metodologia de trabalho centrada no aluno com o suporte terico-metodolgico do professor.

As atividades e o mtodo de trabalho para cada unidade buscam aprofundar e complexificar o grau de exigncia de participao do aluno, como a prpria anlise desenvolvida. A abordagem dos contedos propostos seguir, grosso modo, algum procedimento bsico:. Leitura e explorao de textos previamente indicados. As Orientaes Curriculares para a Educao Bsica do Estado de Mato Grosso fundamenta-se na deciso poltica de fazer chegar ao cho da escola um texto claro e conciso que, a par dessa clareza e conciso, oferea ao professor uma viso inequvoca do homem e da sociedade que se quer formar.

Um retrospecto histrico da educao brasileira, desde a colonizao aos dias atuais, permite a visualizao de um pas aparentemente dual, tanto nas polticas econmicas, quanto sociais. Na concepo de Francisco de Oliveirapor detrs da aparente dualidade, existe uma integrao dialtica que permite a convivncia entre o atrasado e o desenvolvido, com maior privilgio para aqueles que detm o poder econmico. No caso da educao, essa dualidade revela-se nas diferentes concepes entre redes de ensino, entre entes federados, e, especialmente, entre os diversos modelos de ensino oferecido, que separam trabalho manual de trabalho intelectual.

Na ltima dcada do sculo XX, o Estado de Mato Grosso acompanhou as discusses nacionais, procurando criar para a educao uma identidade conceitual que potencialize esforos capazes de superar a dicotomia existente entre gesto educacional e organizao poltico-pedaggica, sem superar, contudo, as razes estruturais que dificultam a qualidade do ensino.

As mudanas que tm ocorrido na sociedade e no trabalho tm mostrado que o homem necessrio para o trabalho mecnico est em fase de superao. As mudanas. Em Mato Grosso, as polticas e prticas educacionais tm buscado responder a essa nova realidade. A Constituio Estadual passou a permitir a organizao da educao na forma de gesto compartilhada, indicando um sistema nico de ensino, no sentido de.

Foram construdas propostas educacionais para o ensino fundamental na inteno de superar a escola seriada, norteando a organizao escolar por ciclos de aprendizagem de durao trienal, antecipando o ensino de nove anos, posteriormente adotado pelo pas.

Foi pactuada a proposta de ensino mdio integrado, com o intuito de superar a separao entre os que pensam e os que fazem, entre o trabalho manual e o intelectual. Enfim, o Estado incorporou as premissas para um novo modelo de sociedade, que passaram a orientar a formulao das polticas e o desenvolvimento de programas e projetos.

Para tanto, as orientaes curriculares priorizam a formao cientfico tecnolgico e cultural para todos, visando construir uma igualdade que no est dada no ponto de partida, e que, por essa mesma razo, exige mediaes diferenciadas no Ensino Fundamental e Ensino Mdio para atender s demandas de uma clientela diferenciada e desigual.

Toda proposta curricular precisa ser clara, as intenes bem explcitas e ter formado um conceito de homem, mundo e sociedade. Precisa ter tambm evidente o perfil do aluno que se quer formar.

O trabalho pedaggico da escola precisa ter ligao direta com os objetivos propostos. Todas as aes realizadas pela escola precisam perseguir um caminho que levem aos objetivos. Pois no adiantar traar metas e objetivos e realizar aes contraria aos mesmos. A coerncia de certa forma garante a lgica de todos os processos que acontecem na escola. Deve possibilitar ao aluno a valorizao das diversidades culturais. O currculo precisa ajudar o aluno a perceber que as diferenas enriquecem.

No podemos perder de vista que, um dos principais problemas da escola a falta de criatividade. A criatividade garante dentro da escola o trabalho diferenciado. O currculo precisa ser elstico para englobar o trabalho com situaes adversas, bem como dar abertura para um trabalho que v alm das disciplinas.

Deve ainda dar espao para incorporaes de tendncias e tecnologias atuais da seu carter histrico-social. A escola que trabalha apenas com contedos cientficos factuais isolados da realidade e simplesmente colocados como verdades absolutas, deve ficar para trs da sociedade vigente. Todos os componentes curriculares independentemente de suas caractersticas precisam trabalhar os seguintes contedos:.

Conceituais: So os conceitos gerais que abrangem o objeto e servem para designar muitos objetos. Constituem nos substantivos comuns, servem para explicar mais de um objeto de estudo e no do identidade especfica a nenhum. So caracteres gerais, geralmente na forma de leis ou conceitos. Exemplo: O que rio? O que afluente? Observem que estas respostas so abrangentes e no especifica, e a resposta serve para qualquer objeto o conceito de rio o mesmo independente do rio.

Procedimentais: So os contedos que ensinam e sugerem procedimentos, mtodos, esto relacionados com: saber fazer, habilidades e estratgias. Exemplo: leitura, compreenso e interpretao de mapas. Identificar no mapa os elementos hidrogrficos do rio Amazonas. Atitudinais: Se um dos objetivos centrais da educao a melhor convivncia do ser humano, o currculo no deve deixar de trabalhar contedos que visam mudanas de atitudes, transformao da forma do pensamento individual, egosta, para o coletivo, solidrio.

A escola deve atravs de o contedo trabalhar situaes e temas que gerem formao de atitudes frente aos problemas sociais enfrentados. A pedagogia de projetos contempla esta ao e est voltada para formao de atitudes, que melhorem a qualidade de vida no meio social. Exemplo: O que eu posso fazer de concreto, ao, para evitar a poluio dos rios? No art. Ainda no art.

Parcerias Público-Privadas

Os contedos, as metodologias e as formas de avaliao sero organizadas de tal forma que ao final do ensino mdio o educando demonstre: I domnio dos princpios cientficos e tecnolgicos que presidem a produo moderna; II conhecimento das formas contemporneas de linguagem; III domnio dos conhecimentos de Filosofia e de Sociologia necessrios ao exerccio da cidadania.

O perfil de sada do aluno do Ensino Mdio est diretamente relacionado s finalidades desse ensino, conforme determina o Art. A reforma curricular do Ensino Mdio estabelece a diviso do conhecimento escolar em reas: A organizao em quatro reas:. A Lngua Portuguesa como lngua materna geradora de significao e integradora da organizao do mundo e da prpria interioridade, o uso da informtica como meio de informao. Artes como expresso criadora e geradora de significao de uma linguagem e do uso que se faz dos seus elementos e regras em outras linguagens, as atividades fsicas.

A aprendizagem de concepes cientficas atualizadas do mundo fsico e natural e desenvolvimento de estratgias de trabalho centradas na soluo de problemas finalidade da rea de cincia da natureza de forma a aproximar o educando do trabalho de investigao cientfica e tecnolgica como atividades institucionalizadas de produo de conhecimentos, bens e servios.

Considerar que a matemtica uma linguagem que busca dar conta de aspectos do real e que instrumento formal de expresso e comunicao para diversas cincias. A aprendizagem na rea de cincia da natureza matemtica e suas tecnologias indicam a compreenso e a utilizao dos conhecimentos cientficos para explicar o fundamento do mundo bem como planejar, executar e avaliar as aes de interveno na realidade.

A aprendizagem nesta rea deve desenvolver competncias e habilidades para que o aluno entenda a sociedade em que vive como uma construo humana, que se reconstri constantemente ao longo das geraes, num processo contnuo e dotado de historicidade; para que compreenda o espao ocupado pelo homem, enquanto espao construdo e consumido; para que compreenda os processos de sociabilidade humana em mbito coletivo, definindo espaos pblicos e refletindo-se no mbito da constituio das individualidades; para que construa a si prprio como um agente social que intervm na sociedade; para que avalie o sentido dos processos sociais soins du visage perpignan 2014 orientam o constante fluxo social, bem como o sentido de sua interveno nesse processo; para que avalie o impacto das tecnologias no desenvolvimento e na estruturao das sociedades; e para que se aproprie das tecnologias produzidas ou utilizadas pelos conhecimentos da rea.

A parte diversificada do currculo do Ensino Mdio destina-se a atender as caractersticas regionais e locais da sociedade, da cultura da economia considerando as demandas regionais do ponto de vista sociocultural, econmico e poltico. O desenvolvimento da parte diversificada implica. O objetivo principal desenvolver e consolidar o conhecimento das reas de forma contextualizada, referindo-os s atividades das prticas sociais e produtivas.

A discusso para o Ensino Mdio na parte diversificada no currculo pode-se discutir:. Currculo um importante elemento constitutivo da organizao escolar. Currculo implica, necessariamente, a interao entre sujeitos que tm um mesmo objetivo e a opo por referencial terico que o sustente.

Currculo uma construo social do conhecimento, pressupondo a sistematizao dos meios para esta construo se efetive a transformao dos conhecimentos historicamente produzidos e as formas de assimilao so processos que compem uma metodologia de construo coletiva do conhecimento escolar, ou seja, o currculo refere-se organizao do conhecimento escolar.

Les États membres prennent les mesures nécessaires pour mettre en place des rapporteurs nationaux ou des mécanismes équivalents. Nous devrions profiter de cette occasion pour mettre en place un véritable partenariat entre peuples libres. Devemos aproveitar esta oportunidade para estabelecer uma verdadeira parceria de povos livres.

Les préparatifs nécessaires pour mettre en place un système de contrôle interne des institutions publiques ont commencé. En même temps, la Commission a déclaré ne pas être compétente pour mettre en place un système d'échange de sang et de composants sanguins. Un effort concerté est nécessaire pour mettre en place et renforcer la capacité institutionnelle et administrative adéquate.

Para a eurodeputada Stihler, o escândalo PIP "é uma oportunidade para criar regras mais rigorosas". Deuxièmement, je regrette que nous ayons connu tant de difficultés pour mettre en place cette commission. Il est ici, à Washington, pour mettre en place une unité de police internationale. LioFolio est un thème WordPress fait aussi bien pour mettre en place un site de type portfolio, vitrine ou de contenu. L'agence régionale pour l'emploi et les municipalités ont travaillé en étroite collaboration pour mettre en place ce type de projets.

Un délai sera nécessaire pour mettre en place la nouvelle méthode d'échantillonnage. Un calendrier électoral a été fixé pour mettre en place des institutions démocratiques avant avril Ceci donnerait aux États membres une autonomie pour mettre en place le régime qu'ils considèrent le mieux approprié. Este daria aos Estados-Membros autonomia para instaurar o regime que considerem mais adequado.

Pareils investissements sont nécessaires pour mettre en place un marché ferroviaire européen digne de ce nom. Toutefois, il est encore trop tôt pour mettre en place une directive. Mais les progrès pour mettre en place les objectifs stratégiques de Lisbonne sont encore trop lents. Ça devrait être assez pour mettre en place une présentation. Il est venu aux États-Unis pour mettre en place des cellules dormantes. Veio para a América para recrutar células dormentes.

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